quarta-feira, 1 de julho de 2009

Mascote a Bordo


As principais regras a seguir quando o amigo de quatro patas parte com a família


Procure que o animal se divirta, escolhendo locais onde possam fazer actividades juntos. Saiba com antecedência quais as condições em que os animais são admitidos no hotel/casa de aluguer (se exige pagamento de diária, zonas restritas...).

Informe-se sobre a existência de um veterinário na área para onde vai passar férias. Prepare a bagagem do animal com boletim de vacinas, trela e açaime, água para a viagem, recipiente para a comida e bebida, cama ou cobertor, toalha, brinquedos e alimentação.

Não alimente o animal antes da viagem, principalmente se ele tiver tendência para enjoar. Faça uma paragem a cada duas horas para que ele possa beber água, descontrair e fazer as suas necessidades.

Mantenha o carro bem ventilado, utilize transportadora ou cintos de segurança próprios para o animal e não o deixe ir com o focinho de fora. Controle o animal, nas entradas e saídas do veículo, e não o deixe dentro do carro sozinho em dias de calor.

Porquinhos da Índia


Apesar do seu nome, a origem desta espécie está na América do Sul, onde um parente selvagem do nosso porquinho doméstico, pode ser ainda hoje encontrado,
nas regiões do Noroeste e Sudeste deste continente, tendo sido domesticados pelos Incas, muito antes dos primeiros europeus terem por lá aportado.

Como animal de estimação, o Porquinho da Índia tem vindo a ser promovido, nos últimos anos, a um patamar muito interessante.

Introduzido na Europa pelos Espanhois no século XVI, os porquinhos rapidamente se popularizaram e começaram a ser criados em vários países europeus no século XVIII.

Nos primórdios do século XIX foram organizadas as
primeiras Exposições de várias raças em Inglaterra, julgadas por um Standard de Raças.
Hoje em dia existem muitos criadores e fãs de porquinhos por todo o mundo.

Em Portugal, ainda há poucos anos, os Porquinhos da Índia eram considerados apenas como petisco culinário em algumas regiões do país, mas o interesse por eles como animal de companhia está a crescer rápidamente, existindo já alguns criadores portugueses que fazem criação das mais diferentes raças e que têm interesse em mostrá-las.

O carácter carinhoso e o seu ar de mascote, levou a que fosse cada vez mais acarinhado e faz dele um caso de
sucesso como animal de companhia.

Manter um Porquinho da Índia é relativamente fácil, não precisa de uma gaiola muito grande (no mínimo 40x60cm,
mas quanto maior, melhor!), não é ruidoso e não tem cheiro intenso.

Os Porquinhos são animais sociais que nunca devem estar sozinhos. O melhor é ter um par do mesmo sexo junto,
dado que os porquinhos, como todos os roedores, têm grandes ninhadas num curto espaço de tempo.

Devem ainda ter a possibilidade de fazer exercício diário fora das gaiolas, de maneira a manterem a forma.

As gaiolas devem ser limpas com muita frequência de modo a evitar cheiros.

A cama deve ser feita com aparas de madeira ou outro material próprio que se pode encontrar nas lojas de animais.

Deve estar sempre disponivel água em bebedouro próprio, com esfera rotativa.

A alimentação deve ser feita à base de feno e de ração própria para Porquinhos da Índia enriquecida com Vitamina C.
Diariamente devem ser oferecidos frutas e vegetais frescos (ver tópico alimentação).

Os Porquinhos da Índia mais comuns são tricolores de pêlo curto, mas existe uma grande variedade de raças e cores (ver tópico raças).

Em adulto, o seu tamanho pode atingir os 25 cm e o seu peso entre 750 e mais de 1kg.

A sua esperança de vida varia entre os 5 e os 8 anos.

Coelhos


O coelho é um dos animais mais característicos da quinta. Ainda é possível encontrá-lo em liberdade, com muita facilidade, e é cada vez mais procurado como animal de companhia, mas é nos animais de quinta que melhor se enquadra.

Utilização
Aqui, a sua única utilidade é o aproveitamento da sua carne para alimentação humana.
Em alguns casos, a sua pele é usada na confecção de casacos, embora este aproveitamento dependa das tendências da moda.

Hábitos
O coelho é um roedor, portanto, roerá tudo aquilo que apanhar, sobretudo objectos de madeira. Chega também, com os seus aguçados dentes, a desfazer objectos de plástico.
Na quinta, o coelho vive na coelheira. Normalmente, os machos são separados das fêmeas logo que atingem a maturidade sexual, só sendo juntos com o propósito de fazer criação.

Alimentação
Os coelhos são alimentados com uma ração própria, comendo também feno que, para além de alimentação, serve como cama. Alguns criadores acrescentam ao seu menu cascas de cenoura e algumas plantas e ervas de que os coelhos gostam e é sabido que não lhes faz mal.
Dar plantas desconhecidas aos coelhos pode causar graves perturbações gástricas e causar a sua morte.

O ninho
Para fazer o ninho, a coelha escolhe um sítio na coelheira e utiliza o seu próprio pêlo para fazer um ninho bem quente para as suas crias. Estas, quando nascem, são desprovidas de pêlos, tornando-se assim muito vulneráveis.Os coelhos criados em cativeiro fazem sempre as suas necessidades no mesmo local, ficando desde logo esse local marcado para sempre.

Cores
Os coelhos domésticos podem apresentar uma série de cores, que vão do branco ao preto, passando pelos malhados de todas as cores.

Reprodução
A coelha tem um tempo de gestação de 30 dias e nascem entre quatro e seis crias.
Durante 20 a 30 dias, as coelhas amamentam os seus filhos, após o que estão prontas para conceber novamente.

Esperança de vida
Os coelhos podem viver cerca de 10 anos e pesar mais de 6 kg

Cães


O cão doméstico descende do lobo. Logo, é um animal que, regra geral, necessita de um líder a quem seguir.

No entanto, cada cão tem a sua personalidade e necessidades próprias, que devem ser entendidas e respeitadas pelos seus donos.

Um cão nunca deve ser visto como uma peça de mobília! Se o fizer, corre o risco de se ele se tornar incómodo e desagradável.

Além disso, o comportamento dos cães não é, nem pode ser, igual entre raças, nem sequer dentro de uma raça, sendo moldado em função dos donos, do espaço onde vivem, do modo como são tratados e alimentados, etc.

Os comportamentos que aqui descrevemos devem ser entendidos como sendo os mais comuns, mas é normal e natural que o seu cão apresente algumas características diferentes. Não fique preocupado!
Ouça sempre a opinião dos criadores das diversas raças, eles conhecem melhor que ninguém as caracteristicas da raça que criam e das particularidades dos animais por si criados.

Para além disso, se pensa que a sua experiência pode ser útil a outros utilizadores, participe: envie-nos as suas opiniões e «dicas», e teremos todo o gosto em procurar uma forma de as partilhar.

Curiosidade sobre os gatos


Os gatos têm em média de 4 a 6 quilos e 80 cm de comprimento, da cabeça ao rabo. Seus corpos são formados por 245 ossos e 517 músculos.
A boca do gato guarda 30 dentesluindo os caninos, que servem para matar e depois despedaçar a presa. A áspera língua é coberta por sensores de temperatura e gosto, além de ser usada também para a limpeza dos pêlos.
Os gatos são animais curiosos por natureza e adoram brincar com cabos e fios elétricos, alheios ao perigo de levar choques.
Plantas venenosas em casa podem representar um perigo aos felinos. Alguns gatos gostam de mastigar folhas.
Anualmente, os americanos gastam cerca de 4 bilhões de dólares em ração para gatos. Um bilhão a mais do que gastam com comida de bebês!
No Brasil, a expectativa de gastos com um veterinário para seu gato é de cerca de 160 reais por ano, na melhor das hipóteses.
Em toda a vida do seu gato, você deverá gastar algo em torno de 13.500 reais, só com suas necessidades básicas. Nos EUA, são gastos por ano US$ 295 milhões só em areia sanitária.
O gato mais pesado do mundo era Himmy, um gato australiano que chegou a pesar 21 KG em 1986. Sua cintura tinha 84 cm de largura.
Um gato normal pesa em média 4 KG. O recorde anterior era de Ginger, uma gata de Connecticut que pesava 19,5 KG ao morrer em 1977.
O gato mais leve do mundo foi um himalaiano de Illinois, que pesava apenas 800 gramas e media 18,4 cm de comprimento e 7 cm de altura.
A expectativa de vida dos gatos dobrou desde 1930, passando de 8 para 16 anos;
A duração média de vida de um gato que vive dentro de casa é de cerca de 15 anos. Esta média baixa para assustadores de 2 a 5 anos para os gatos que vivem soltos nas ruas.
O gato de vida mais longa já registrado foi o inglês Puss, que morreu em 1939, um dia depois de ter completado seu 36º aniversário. A gata mais idosa foi uma fêmea inglesa rajada que morreu em 1957, aos 34 anos.
Os gatos passam mais de 30% de seu tempo cuidando da beleza. Adoram estar limpos e com o pelo bem assentado.
Para os gatos, a carícia humana assemelha-se a uma lambida, e por isso é tão bem recebida.
Além dos cuidados com o corpo, os gatos também são meticulosos com sua caixinha de areia, e sempre cobrem a sujeira. A preocupação com a higiene é tanta que eles não usam a caixinha se estiver suja.
Diferente dos cães, os gatos tem muito pouco ou nenhum cheiro.
Os gatos têm cerca de 100 sons vocais, enquanto que os cães apenas têm 10.
Por ser um animal do deserto, o gato bebe pouca água e é capaz de concentrar muita urina, necessitando poucas quantidades para sobreviver.

Certos gatos preferem água suja a uma água bem fresca.
Mesmo conservando seu instinto de caçador, o gato doméstico não sabe que sua presa pode ser um alimento.
A maioria dos gatos adora comer plantas e nenhuma explicação científica foi dada sobre o assunto.
Gato não gosta apenas de carne, apesar de ser carnívoro. Ele também necessita de cálcio, vitaminas e minerais para ter uma alimentação equilibrada.
Um gato pode ficar vários dias sem comer se o alimento não lhe agrada e pode até morrer de fome.
Gatos comem lentamente e mastigam bem os alimentos. Ao contrário dos cães, que engolem tudo gulosamente.
Os felinos são grandes dorminhocos. Os gatos chegam a dormir 16 horas por dia, divididas em vários períodos.
Assim como os seres humanos, os gatos roncam desde a primeira semana de vida. Mais tarde, o ronco aparece quando o acariciamos ou lhe oferecemos um alimento que ele goste ou a presença de alguém que lhe agrade.